Uns soluços,
Que me dizem ser pulsação,
Sinto em meu pescoço,
Batimentos de um coração.
Um coração que aqui terá passado,
E sua dor me terá deixado,
Sinto-o bastante inchado.
Já o médico dizia…
que sou mais um inflamado.
Um doente do Mundo,
Que já está bem lá no fundo,
Quase a terminar.
Á espera que o médico me diga,
Que é só mais uma dor de amar.
De amar sem ter Estação,
De amar sem coração,
De amar só por amar,
De amar a Solidão.
Só, somente.
Só a solidão me mente,
Quando diz não querer habitar,
no corpo de minha gente.

muito bom!!
ResponderEliminarum poeta que escreve de tudo...
continua...abraços
Francisco Aurélio
Bem por acaso dei um salto por aqui (via msn) e tinha que dizer que este poema está muito bom. adorei.
ResponderEliminarObrigado pessoal!
ResponderEliminarContinuem a ler/comentar/criticar, também quero criticas quando as merecer.
Abraços
Estou bastante orgulhosa de ti, André, mesmoo :o
ResponderEliminarEstá mesmo giro, acreditaa!
Beijinho. *