Serás tu assim,
Que me vê,
E sente,
Que crê,
E não mente.
Vejo por baixo da tua cabeça,
Uma vontade!
Que não há quem mereça,
Essa tua ruindade.
Se te tornas,
E te voltas,
Em águas mornas,
E pedras soltas.
Dir-te-ei,
Porque não entrei
E o que te deixei,
Quando por ti passei.

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